Sombras da Alvorada



Não há sombras na alvorada,
há uma explosão de luz,
num arrebol de cores,
que ofusca os olhos
e transpassa o coração.

Nada fica oculto.
É o nascer do divino presente,
que após o descanso do corpo, d’alma e da mente
nos traz paz e conforto.

Como uma gema que colore o amanhecer,
transforma em tons amarelados,
amansando o poder do branco,
trazendo-nos alento, paz e sossego,
num tom de preguiça e desapego,
de quem deixou o ontem para trás.

Os tons vários vão dando espaço ao amarelo,
que num caos cincunférico
nos é projetado à mente,
tornando-nos alertas e conscientes
da dádiva de cada dia
que nos alimenta a vida.

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