A Noite



No jardim a grama seca, as árvores já poucas folhas sustentam, o céu já envermelhado, especialmente no horizonte, apresentando o Sol já raso a alongar os seres com suas sombras.
Após o crepúsculo vem o manto negro da noite. Esta com tamanho temor do fogo, dele rouba para si o iluminar, para que possa então existir aos nossos olhos.
Ilumina-se, apresenta-se, até mesmo aquece-se, mas não queima.
Aos notívagos dá boas-vindas, aos solares enternece com seu coro silencioso.
Aguçados ouvidos apenas perceberiam o soprar do vento ou bem de longe o cascatear da água, ou ainda, o crepitar da chama.
Assim ela chama, alenta e acolhe a todos, a noite.

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Esta entrada foi publicada em Texto Livre. ligação permanente.

Uma resposta a A Noite

  1. Antônio Flávio Silveira de Andrade diz:

    Excelente idéia, esta de oportunizar conteúdos de textos com fundamentos textuais, com coerência e coesão da melhor qualidade de expressão gramatical e linguística.

    Gostar

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