Dor que Doía, Ia


Hoje, conheço, conheço não, entendo a dor alheia. Não uma dor qualquer, aquela dor. Uma que não se escolheu, veio e aconteceu.

Até foi enterrada viva, mas não morreu. Ficou ali presente, sempre, e como árvore, frutos deu.

Já via isto, mas talvez agora tenho entendido. E como tudo que é ruim, a dor escraviza, sua memória fica encrustada e uma grande reforma se faz necessária. Grande porque grande é a decisão de não mais tê-la. Grande decisão porque tê-la, a dor, é penoso, mas traz consigo uma falsa sensação de segurança. Abrir mão significaria não ter mais a ilusão de estar seguro. Cruel tratar com ilusão o que se faz de realidade. Parece ser tão real, tão verdade que se torna difícil discernir quem é seu pai.

Cabe ao hoje os problemas de hoje. Arrastar o passado ou adiantar o amanhã não nos cabe. As dores do passado devem ser saradas e as de amanhã, só podemos esperar por elas.

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Uma resposta a Dor que Doía, Ia

  1. Silvane Diogo diz:

    Bruno, as dores do passado, são curadas com as fortalezas que encontramos no dia-a-dia, as dores do presente, são sustentadas e amparadas por nosso senhor Jesus Cristo e as que possivelmete viriam não nos pertence. Porque só ele, o grande Pai é que nos dá o direcionamento e os fardos que conseguimo carregar. Te desejo um bom dia com a presença dele!

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